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Archive for junho, 2011

29
Jun

O risco de investir sem objetivo

É muito comum hoje em dia, nos depararmos com investidores que aplicam no mercado de ações sem um objetivo ao certo, isso acontece principalmente por falta de conhecimento e estratégia. Na bolsa de valores precisamos sempre ter uma estratégia bem definida, para assim garantirmos nossos lucros ou em caso de prejuízos que estes sejam minimizados. Uma estratégia na bolsa de valores, é como se fosse uma receita ou script que o operador cria, mais ou menos assim: Se bater no preço x eu compro, se subir ao preço Y eu vendo e saio com lucro de 3%, se eu comprar e cair até o preço Z eu vendo com prejuízo de 1%.

O investidor com a estratégia acima, é considerado um investidor técnico pois se baseia em sua estratégia e leva ela até o final, definindo objetivos, metas e tudo mais. Todo investidor precisa ter uma meta, seja ela diária, mensal ou anual e tentar conseguir essa meta para que se possa chegar no objetivo. O investidor sem objetivo, é o que entra em uma operação sem saber o motivo exato de sua entrada e sai dela porque acha que caiu demais, ou acaba também não saindo, por esperar ela subir mais ainda, é aí que mora o perigo também.

Portanto, se você deseja obter sucesso no mercado de ações, seja um investidor mais técnico, defina estratégias o tempo todo para se proteger das variações do mercado, se você vai entrar em um trade defina exatamente tudo, preço de entrada, saída, stop, objetivo de lucro e quanto aceita perder. Defina além disso, qual sua meta no mês, no ano e tente seguir ela para a longo prazo atingir seus objetivos. Se você saiu de um trade porque teve prejuízo, não entre imediatamente em outro, pare para analisar melhor o motivo que o levou a ter prejuízo, lembre-se que ficar líquido no mercado também é uma forma de operar.

14
Jun

Como se move o preço de uma opção de compra?

Uma opção é um instrumento financeiro derivado de uma ação, ou seja, a opção depende primeiro da existência dessa ação, por isso é também conhecida como derivativo (mercado de derivativos). Nesse post vamos detalhar um pouco mais como se movem o preço das opções de compra.

O preço de uma opção depende do preço de mercado da ação, do seu valor de exercício que também é chamado de strike, do seu prazo de vencimento (quanto mais afastada do vencimento, maior é o preço da opção) e de algumas outras variáveis, um pouco mais complexas que não iremos analisar agora, pois o principal mesmo já foi falado.

Então, se a ação está valendo R$ 20,00, suas opções possuem strike em R$ 21,00 e falta 1 mês para chegar no seu prazo de vencimento, com esses dados é provável que as opções possuam agora um valor de R$ 0,60 cada. O valor de R$ 0,60 é formado principalmente pela variável conhecida como valor do tempo, quanto mais afastada a opção estiver do seu vencimento, maior será seu valor, no caso acima, se a ação subir de R$ 20,00 para R$ 20,50, é provável que as opções irão valer R$ 0,60 + 0,50 = R$ 1,10. Isso nos mostra que o valor da ação, também afeta e muito o preço das opções.

Existem ainda muitos outras variáveis que afetam o valor das opções, uma delas é a volatilidade do ativo, se o ativo possui alta volatilidade, as opções OTM tendem a valer mais, no nosso exemplo acima, se o ativo possuir grande volatilidade, elas poderiam até mesmo valer R$ 1,00 no lugar de R$ 0,60. Além da volatilidade, existem algumas outras variáveis que no decorrer do tempo, vamos analisar e esgotar o assunto.

7
Jun

O que são os créditos de carbono?

Com as novas medidas internacionais que visam reduzir a emissão de CO2 na atmosfera, foram criados em 1997 pelo protocolo de Kyoto, os créditos de carbono. Mas o que são créditos de carbono? Créditos de carbono são uma espécie de certificado, que permite que uma determinada empresa emita uma certa quantidade de CO2 na atmosfera. Um crédito de carbono, equivale a uma tonelada de CO2, as empresas que conseguem reduzir a emissão de CO2 na atmosfera, obtém esses créditos e podem vendê-los no mercado como se fosse uma venda de ações.

Os créditos de carbono são também considerados commodities, e seu principal objetivo é a redução da emissão de CO2 na atmosfera, além de outros gases poluentes, incentivando as empresas a reduzirem a emissão para assim adquirirem os mesmos e poder vender os créditos de carbono no mercado de commodities, é como se fosse um prêmio para a empresa que conseguiu reduzir sua emissão de gases.

As empresas que não conseguem reduzir sua emissão de gases poluentes, precisam comprar créditos de carbono para poder aumentar sua emissão, isso evita que a empresa pense duas vezes antes de emitir uma grande quantidade de poluentes, e com certeza também incentiva a empresa a tomar medidas para reduzir essa emissão, e poder obter lucro no mercado de commodities vendendo os créditos de carbono, no lugar de comprá-los.